sexta-feira, 17 de junho de 2011

O amor começa em Deus, que é a fonte, passa por nós e se estende ao outro. Muitas vezes recebemos o amor de Deus, mas estamos com nossos corações totalmente obstruídos, preenchidos com coisas que fomos juntando pela vida - lembranças, rancores, falta de perdão, situações mal resolvidas - e o espaço para aquele amor é muito pequeno.
Muitos de nós esperam ser amados por Deus ou por alguém, para depois amar a Ele ou aos outros. A bíblia nos ensina que amor é resposta, que Deus já nos amou e nos ama muito, que Deus é amor e não que Ele pode ser um Deus de amor, que Deus é amor e não que Ele tem amor para nos dar. Se Deus é a fonte e é amor isso significa que essa fonte vai fluir; nós só precisamos começar a pôr em prática o amor; precisamos começar a amar.
Porém, nós nos escondemos em fortalezas mentais, em pensamentos para não corrermos o risco de sofrermos ou sermos magoados. Jesus nos alertou que nesse mundo teríamos aflições, mas se tivermos bom ânimo venceremos o mundo!

PRECISA-SE DE LOUCOS...

De loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura espalhem alegria; com habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor, que olhem a ética, respeito às pessoas e responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como verdadeiros compromissos com o Universo.
Precisa-se de loucos de paixão, não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados.
Precisa-se de loucos por novas tendências, mas que caminhem na contramão da história, ouvindo menos o que os gurus têm a dizer sobre mobilidade de capitais, tecnologia ou eficiência gerencial e ouvindo mais seus próprios corações.
Precisa-se de loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol, francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor, do amor que transforma, modifica e melhora, pois, palavras não transformam empresas e sim atitudes.
Precisa-se simplesmente de loucos de amor; de amor que transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; amor que cada ser humano deve despertar e desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia; amor cheio de energia, amor do diálogo e da compreensão, amor partilhado e transcendental.
As Organizações precisam urgentemente de loucos, capazes de implantar novos modelos de gestão, essencialmente focados no SER, sem receios de serem chamados de insanos, que saibam que a felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não somente em ouvi-las. (Desconheço o autor)